Chamar Bolsonaro de fascista é ignorância

Você pode não concordar com o Presidente Bolsonaro. Pode não ser simpático às ideias que ele defende, seja pela pauta de costumes ou pelo viés liberal na economia. Pode até ser oposição e ir às ruas. Isso tudo é do jogo democrático.

Você só não pode chamá-lo de fascista, pois isso confere a quem faz tal afirmação o atestado de completa ignorância sobre o que é o fascismo. O regime político instituído por Mussolini tem, dentre suas premissas, a ideia de "tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado", frase cunhada pelo próprio autocrata italiano. O Fascismo é a submissão das nossas liberdades em face do Estado. É o regime em que eu e você nos submetemos, de joelhos, perante uma força autoritária estatal.

Um simples exercício mental que nos relembre o ano de 2018, período de disputa presidencial que culminou no segundo turno contra o candidato do PT, Fernando Haddad, nos leva a um plano de governo do candidato petista que desejava que o Estado controlasse até mesmo a Imprensa! Sim, a liberdade de jornalistas e veículos de comunicação teria, no governo petista, que estar submissa e presa à coleira estatal!

Enquanto isso, o Presidente Bolsonaro, que comumente troca farpas com jornalistas e é também ofendido em manchetes nacionais, defendia e até hoje defende que imprensa seja completamente livre, sem que o Estado tenha poder para restringir o seu exercício jornalístico! E não fica só nesse exemplo.

Bolsonaro também surgiu como guardião frente à esquerda quando prometeu trabalhar por "Mais Brasil e menos Brasília", diminuindo a máquina estatal através da redução tanto no número de Ministérios como extinguindo milhares de cargos que serviam como "cabides de emprego" e custavam caríssimo ao pagador de impostos.

Bolsonaro tem combatido cada tentativa do Estado intervir na sua liberdade de escolher como educar seus filhos, tem protegido a liberdade do ser humano mais frágil, o pequeno bebê, de ter o direito de nascer, sem ter que ser morto por interferência do Estado ao permitir a crueldade do aborto.

Dentre as lutas mais polêmicas e libertárias do Governo Bolsonaro, está a defesa do porte de arma acessível a todo cidadão comum que esteja habilitado, reconhecendo que é do cidadão o direito de defender sua família com uma arma de fogo se assim for preciso, e não é o Estado que vai tirar esse direito dele e deixá-lo indefeso diante do seu algoz fortemente armado.

A paixão do Bolsonaro na defesa das liberdades individuais do povo brasileiro se tornou evidente na reunião ministerial divulgada pelo STF, ocasião em que vimos um presidente, com firmeza, atacar os abusos de poder da força estatal. Ou seja, chamem de tudo, menos de fascista.

Vereadora Priscila Costa

Jornal O Povo

Edição 08 de junho de 2020

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