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November 16, 2017

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Em 1952, multinacional do aborto reconhecia que a prática “mata a vida de um bebê”

 

 

“Interrupção voluntária da gravidez”, “decisão da mulher”, “direitos reprodutivos”… A indústria do aborto tenta há década ocultar sob outras expressões a realidade do que acontece em suas instalações e alimenta seu lucro. Houve um tempo, porém, em que até a Planned Parenthood (PP), a maior rede de clínicas de aborto do mundo, reconhecia que o aborto mata um ser humano no ventre materno.

 

A ONG publicou em 1952 um panfleto publicitário com o título “Planeje seus filhos para a saúde e a felicidade”. O material fala do controle de natalidade como “uma via segura e simples de planejar os filhos e tê-los quando você quiser”.

 

No afã de defender o controle de natalidade, pupila dos olhos do grupo na época, o panfleto deixa claro que o planejamento familiar não é aborto. “O aborto mata a vida de um bebê depois que ela se iniciou”, diz explicitamente o texto. “É perigoso para a sua vida e para a sua saúde. Pode tornar você estéril”.

 

A PP estava longe dos termos ideológicos e anticientíficos que passou a usar depois da legalização do aborto nos Estados Unidos, nos anos 1970, quando ela entrou no ramo. No panfleto de 1952, não há nada nenhum argumento que se assemelhe aos usados atualmente, que chegam a comparar o aborto ao ato de cortar as unhas, pois “trata-se apenas de se desfazer de algumas células”.

 

 

 

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