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“BEBÊS MENINAS NÃO CONTAM”: UMA HISTÓRIA DE MULHERES

May 2, 2017

“Havíamos sentado precariamente na cozinha, quando ouvimos um gemido de dor vindo do quarto ao lado. Os gritos vindos do interior do cômodo aumentaram, e subitamente, pararam. Houve um soluço baixo e então a voz rouca de um homem disse acusadoramente: ‘Traste inútil!’

 

“De repente, eu pensei ter ouvido um leve movimento no balde de água suja atrás de mim. Para o meu absoluto horror, vi um pequenino pé ainda se movendo além da borda do balde. A parteira devia ter jogado aquele pequeno bebê ainda vivo no balde de água suja. Tive o instinto de ir em direção ao bebê, mas dois policiais que me acompanhavam seguraram meus ombros firmemente. ‘Não se mova. Você não poderá salva-la. É tarde demais’

 

“‘Mas isto é… assassinato… e vocês são a polícia!’ O pé agora estava inerte. Os policiais ainda me seguraram por alguns minutos. ‘Fazer isto com uma bebê menina não é grande coisa por aqui’, disse-me uma mulher mais velha tentando me confortar. ‘Mas era uma criança viva!’, eu lhe retruquei em uma voz trêmula, apontando para o balde. ‘Não é uma criança’, ela me corrigiu. ‘É uma bebê menina, e não podemos mantê-la. Por estes lados, você não poderá se virar sem um filho. Bebês meninas não contam’.”

 

O trecho que vai acima é a narração de uma das muitas histórias dramáticas presenciadas por Xinran Xue, escritora e radialista chinesa radicada na Inglaterra, em seu livro “Message from an Unknown Chinese Mother: Stories of Loss and Love”.

 

Os abortistas querem vender a todos a fábula de que a criminalização do aborto é uma das formas de violência contra a mulher no mundo. Faria bem a estas pessoas procurar saber o que acontece no mundo real, na China por exemplo.

 

É na China um dos locais em que podemos ver a pior face do que já é chamado de Generocídio (“Gendercide”): devido à política de 1 filho por casal, um absurdo número de bebês do sexo feminino têm o destino daquela pequenina bebê que foi afogada logo após seu nascimento em um balde de água suja na frente da escritora Xinran Xue.

 

O acesso a tecnologias de ultrassom, torna o drama ainda maior, pois fica facilitado o aborto de bebês meninas em fases ainda iniciais da gravidez. Facilitado mesmo, pois para quem tem coragem de afogar uma bebê recém-nascida, matar uma criança ainda no ventre de sua mãe deve ser coisa que beira o trivial.

 

China e Índia são os países que lideram este campeonato bizarro, sendo que os conseqüências desta masculinização da sociedade já vai deixando seus efeitos negativos. E o futuro, se nada mudar, deverá ser mais negro ainda.

Os gigantes asiáticos, ambos, têm leis que proíbem abortos devido à seleção por sexo. Funciona? Não! É claro que não, pois quem acha que tem o poder de escolher entre a vida e morte de crianças inocentes não vai mesmo ter pruridos morais entre escolher um menino e menina.

Mas a coisa não fica apenas nos países em desenvolvimento… Na civilizadíssima Suécia, um dos países pioneiros na legalização deste crime hediondo e onde o aborto é completamente liberado até a 18a. semana de gestação, a seleção por sexo é perfeitamente legal. Em virtude disto, não poucas são as mulheres norueguesas que viajam até a Suécia para para matar suas filhas não-nascidas, pois em seu país de origem esta seleção por sexo é (ainda) ilegal.

Pois é: a Suécia tornou ainda mais liberal o aborto e quem paga o pato, mais uma vez? As bebês do sexo feminino.

Ou seja, do comunismo ditatorial chinês até a desenvolvidíssima social-democracia sueca a maioria dos que andam morrendo ainda no ventre de suas mães são as mulheres.

E feministas/abortistas ainda querem que acreditemos que elas lutam contra a violência feita às mulheres? A multidão de meninas-bebês mortas do oriente ao ocidente mostra bem o tamanho desta mentira.

—–
Fontes:
The worldwide war on baby girls
Sobs on the night breeze

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