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Cinco lideranças pró-aborto que se tornaram pró-vida

February 6, 2017

Eles fizeram parte da linha de frente do movimento pró-aborto, mas tiveram uma mudança de coração que os levou a abandonar carreira, prestígio e muito dinheiro. Se antes eles trabalhavam e impulsionavam a cultura do aborto, hoje eles são os seus maiores inimigos. Veja a história de cinco lideranças que foram pró-aborto mas hoje são pró-vida.

 

Abby Johnson

 

Em seu libro “Unplanned”, Abby conta como foi a jornada de estudante de psicologia à diretora de uma clínica de abortos. Foi em seus anos de universitária que ela abortou seus dois primeiros bebês e iniciou carreira na rede de abortos. Fascinada pela propaganda da Planned Parenthood dentro do campus de “ajudar mulheres”, Abby acreditou que trabalhando nesta causa estaria servindo a sociedade. Somente anos depois, quando já era diretora, ao receber ordens para aumentar o número de abortos, Abby percebeu que a indústria não existia para ajudar mulheres mas para lucrar.

 

Ao ser chamada, certa vez, para auxiliar em um aborto com ecografia, ela pode ver a agonia do feto fugindo dos instrumentos do aborteiro. Neste momento ela se deu conta da crueldade que estava participando – contra o bebê e contra a mulher. Abby pediu demissão e procurou pelo movimento pró-vida para atuar, em suas próprias palavras, do “lado certo do muro”.

 

Dr. Anthony Levatino

 

Dr. Levatino realizou cerca de 1.200 abortos. Segundo ele mesmo, com cada aborto “ganhava 800 dólares em 15 minutos”. Seu posicionamento mudou quando viu sua filha de quase 6 anos, Heather, morrer atropelada em frente a própria casa. Após o acidente, o médico conta que se sentiu incapaz de fazer abortos em bebês no segundo trimestre porque a humanidade deles lhe era gritante. Então ficou responsável somente por abortos no primeiro trimestre; entretanto, o médico diz que quando se percebe que com 8 meses é um bebê, não demora muito para entender que também é com 5 meses, 3 meses ou 1 mês.

 

Dr. Levantino passou trabalhar somente como ginecologista e obstetra.  Ele se uniu ao movimento pró-vida e testemunhou perante a Comissão Judiciária Americana em favor do projeto de lei de proteção a criança não-nascida capaz de sentir dor (Pain-Capable Unborn Child Protection Act), que tornaria ilegal o aborto após 20 semanas.

 

Dr. Bernard Nathanson

 

 

Dr. Nathanson, que produziu o filme “O Grito Silencioso”, foi diretor da maior clínica de abortos de Nova York, foi co-fundador do NARAL (sigla para Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto) e trabalhou ativamente para legalização do aborto em todo território americano.

 

Sua mudança ocorreu com o advento da ecografia.  A nova tecnologia permitiu que ele visse o que acontecia durante o aborto e isso o fez mudar de posição sobre o tema. Com isso, Dr. Nathanson trouxe a público os bastidores do movimento abortista e admitiu que os dados utilizados para legalização do aborto eram completamente fabricados.

 

Norma McCorvey (Jane Roe)

 

Quando Norma estava grávida pela terceira vez – sem casa, sem trabalho e deprimida; duas advogadas tomaram seu caso e levaram à Suprema Corte. Norma se apresentou com o pseudônimo de “Jane Roe” e mentiu que havia sido estuprada. O processo “Roe vs. Wade”, que durou 3 anos (tempo de seu bebê nascer e ser entregue a adoção), legalizou o aborto em todo território americano.

 

Em seu livro “Won by Love”, Norma conta que foi a favor do aborto até que um dia viu um cartaz de desenvolvimento fetal. “A progressão era tão óbvia… finalmente caiu em mim. ‘Norma’, disse à mim mesma, ‘eles estão certos’.”

 

“Eu deveria saber… É como se as escamas tivessem caído dos meus olhos e de repente eu entendi a verdade: é um bebê!… Todos esses anos eu estava errada… Chega dessa coisa de primeiro, segundo, terceiro trimestre. Aborto – em qualquer momento – estava errado.”

 

Norma declarou que “toda indústria do aborto é baseada numa mentira… Eu estou dedicada a passar o resto da minha vida a desfazer a lei que leva o meu nome.”

 

Sara Winter

 

 

Sara Winter foi fundadora e líder do movimento feminista Femen no Brasil, e como tal, pregava o aborto, o ativismo nu e ideologias sexistas. Entretanto, após um aborto e decepcionada com as desavenças do meio feminista, Sara teve a experiência de dar a luz e ser mãe. O amor e carinho que encontrou com o filho, aliada ao bom relacionamento com o namorado, a levou a reconsiderar as próprias convicções.

 

Em sua rede social, ela declarou porque abandonou o movimento feminista e o esquerdismo para hoje defender a maternidade, a família, o respeito a religiosidade e a vida desde a concepção.

 

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